PERFECTRIP - Sua viagem perfeita - /blog/tag/the-met-museum-visita-virtual/ - BLOG

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{"continue":{"imcontinue":"1357529|Carmel-indiana-art-and-design-district.jpg","grncontinue":"0.107938908276|0.107938908276|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. 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S\u00e3o tidos como exemplos de \"empresas da economia por produ\u00e7\u00e3o\".\n\nNo Brasil, o servi\u00e7o foi regulamentado em lei federal sancionada em 26 de mar\u00e7o de 2018{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Temer sanciona regulamenta\u00e7\u00e3o de aplicativos de transporte privado de passageiros, como Uber e Cabify|url=https://g1.globo.com/politica/noticia/temer-sanciona-regulamentacao-de-aplicativos-de-transporte-privado-de-passageiros-como-uber-e-cabify.ghtml|jornal=G1|lingua=pt-BR}} e concedeu aos munic\u00edpios o poder de regular o uso dos aplicativos de transporte{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Nova lei dar\u00e1 poder para munic\u00edpios regularem aplicativos de transporte|url=https://www.conjur.com.br/2018-mar-26/lei-dara-poder-municipios-regularem-aplicativos-transporte|jornal=Consultor Jur\u00eddico|lingua=pt-BR}}. A iniciativa de regula\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria acabou por dar um exemplo de como atividades econ\u00f4micas disruptivas se estruturam primeiro e s\u00f3 ent\u00e3o o poder p\u00fablico organiza as rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o}}\n\n[[Categoria:Transporte]]\n[[Categoria:Transportadoras]]\n[[Categoria:Cultura do transporte]]"}]},"290085":{"pageid":290085,"ns":0,"title":"Maldonado (Uruguai)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=setembro de 2020}}\n{{coor title dm|34|54|S|54|57|W|region:UY_type:city}}\n{{Info/Cidade do Uruguai\n|nome = San Fernando de Maldonado\n|departamento= [[Departamento de Maldonado|Maldonado]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 86.782\n|censo = [[2011]]\n|gent\u00edlico = fernandino\n|latitude = 34\u00b053'60\" Sul\n|longitude = 54\u00b057'0\" Oeste\n|altitude = 20 \n}}\n[[Imagem:Maldonado desde la Barra.jpg|290px|thumb|right|Tarde em Maldonado.]]\n\n'''Maldonado''' ou '''San Fernando de Maldonado''' \u00e9 uma [[cidade]] do [[Uruguai]], [[capital]] do [[Departamento_(divis\u00e3o_administrativa)|departamento]] de [[Departamento de Maldonado|Maldonado]].\n\nPela proximidade com a meca do lazer sul-americano, tem intensa atividade hoteleira e comercial. \u00c9 cont\u00edgua a [[Punta del Este]]. Destaca-se uma ponte ondulada sobre o [[Rio Maldonado]]. Segundo o \u00faltimo censo uruguaio de 2011, a cidade possui 84 mil habitantes.\n\n== Esportes ==\n\n=== Copa Am\u00e9rica de 1995 ===\n\nA cidade foi umas das cidades-sedes dos jogos da [[Copa Am\u00e9rica de 1995]], realizada no [[Uruguai]], as partidas ocorreram no [[Est\u00e1dio Domingo Burgue\u00f1o]].\n\n{{Mercocidades}}\n\n{{esbo\u00e7o-geouy}}\n\n[[Categoria:Maldonado (Uruguai)| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Uruguay.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Maldonado desde la Barra.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]},"10059":{"pageid":10059,"ns":0,"title":"Veiros (Estarreja)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Portugal/Antiga freguesia\n|nome = Veiros\n|concelho = [[Estarreja]]\n|funda\u00e7\u00e3o =\n|fundador =\n|extin\u00e7\u00e3o = 2013\n|concelho_actual = Estarreja\n|freguesia_atual = [[Uni\u00e3o das Freguesias de Bedu\u00eddo e Veiros|Bedu\u00eddo e Veiros]]\n|imagens_tamanho =\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|imagem_tamanho =\n|imagem_bandeira =\n|bandeira_tamanho =\n|imagem_escudo = ETR-veiros.png\n|escudo_tamanho =\n|imagem_mapa =Veiros00.PNG\n|mapa_tamanho =\n|mapa_legenda =\n|latd=40 |latm=44 |lats=53\n|longd=8 |longm=36 |longs=39\n|\u00e1rea = 11.29\n|popula\u00e7\u00e3o_total = 2503\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2011\n|densidade = auto\n|gent\u00edlico =\n|orago = S. Bartolomeu\n|s\u00edtio = \n|notas =\n}}\n'''Veiros''' \u00e9 uma localidade [[Portugal|portuguesa]] do concelho de [[Estarreja]], com 11,29 km\u00b2 de \u00e1rea e 2 503 habitantes (2011). A sua densidade populacional \u00e9 de 221,7 hab/km\u00b2.\n\nFoi sede de uma [[freguesia]] extinta em 2013, no \u00e2mbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com [[Bedu\u00eddo]], formar uma nova freguesia denominada [[Uni\u00e3o das Freguesias de Bedu\u00eddo e Veiros]] com a sede em Bedu\u00eddo.''Di\u00e1rio da Rep\u00fablica'', 1.\u00aa S\u00e9rie, n.\u00ba 19, [http://dre.pt/pdf1sdip/2013/01/01901/0000200147.pdf Lei n.\u00ba 11-A/2013 de 28 de janeiro (Reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa do territ\u00f3rio das freguesias)]. Acedido a 2 de fevereiro de 2013.\n\n==Popula\u00e7\u00e3o==\t\n{| {{prettytable1|center}}\t\n! colspan=\"15\" | Popula\u00e7\u00e3o da freguesia de Veiros (1864 \u2013 2011) [Instituto Nacional de Estat\u00edstica (Recenseamentos Gerais da Popula\u00e7\u00e3o) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes ]\t\n|- bgcolor=\"#C0C0C0\"\t\n| align=\"center\" | [[1864]]\t\n| align=\"center\" | [[1878]]\t\n| align=\"center\" | [[1890]]\t\n| align=\"center\" | [[1900]]\t\n| align=\"center\" | [[1911]]\t\n| align=\"center\" | [[1920]]\t\n| align=\"center\" | [[1930]]\t\n| align=\"center\" | [[1940]]\t\n| align=\"center\" | [[1950]]\t\n| align=\"center\" | [[1960]]\t\n| align=\"center\" | [[1970]]\t\n| align=\"center\" | [[1981]]\t\n| align=\"center\" | [[1991]]\t\n| align=\"center\" | [[2001]]\t\n| align=\"center\" | [[2011]]\t\n|-\t\n| align=\"center\" |\t2.217\n| align=\"center\" |\t2.290\n| align=\"center\" |\t2.159\n| align=\"center\" |\t2.185\n| align=\"center\" |\t2.544\n| align=\"center\" |\t2.427\n| align=\"center\" |\t2.498\n| align=\"center\" |\t2.690\n| align=\"center\" |\t2.463\n| align=\"center\" |\t2.414\n| align=\"center\" |\t2.346\n| align=\"center\" |\t2.034\n| align=\"center\" |\t2.116\n| align=\"center\" |\t2.618\n| align=\"center\" |\t2.503\n|}'''HIST\u00d3RIA'''\n\nVeiros (Veeyros) \u00e9 povoado muito antigo, nas terras baixas marginais da zona central da (actual) Ria de Aveiro, onde (h\u00e1 dois/tr\u00eas mil\u00e9nios) vinham espraiar-se as \u00e1guas e aluvi\u00f5es do Rio Vouga e do Rio Antu\u00e3, e a\u00ed come\u00e7ava o mar aberto. O cord\u00e3o de dunas entre Esmoriz e Mira e, por efeito conjugado e de sentido oposto das \u00e1guas daqueles dois referidos rios e da corrente de Rennel de Norte para Sul na costa portuguesa, veio a dar origem \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da restinga e zona lagunar conhecida por Ria de Aveiro, s\u00f3 regularizada a partir do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX com as obras da Barra e com a constru\u00e7\u00e3o de um canal a desviar a foz do rio Vouga (Rio Novo do Pr\u00edncipe). As cotas dos terrenos em Veiros s\u00e3o as mais altas (por isso mais antigas e consolidadas) deste conjunto de v\u00e1rzeas emergentes de grandes aluvi\u00f5es, e de localidades habitadas aqui implantadas (terras marinhoas), e a sua exposi\u00e7\u00e3o a Sul (ao sol) e de costas para os ventos dominantes de Norte, tudo isso criou condi\u00e7\u00f5es para a fixa\u00e7\u00e3o natural de gentes que se dedicavam \u00e0 pesca; e nesse contexto, no curso de uma ribeira (agora designada Carvalhosa) que drenava dessas terras de cotas mais elevadas e se juntava \u00e0s \u00e1guas salgadas e mar\u00e9s (no desaparecido Delta do Vouga), nasceu um esteiro com condi\u00e7\u00f5es para a\u00ed aportarem e atracarem as embarca\u00e7\u00f5es dos pescadores, onde o pescado era desembarcado e vendido, e dali seguia para terras do interior. Foi famoso o Mercado de Peixe de Veiros, que, desde datas imemoriais mas certamente anteriores \u00e0 nacionalidade portuguesa, veio at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII, tendo sido extinto por Decis\u00e3o do Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o do Porto, em 1792, como desfecho de uma contenda entre os pescadores e o Convento de Arouca, surgida a prop\u00f3sito dos muitos impostos que incidiam sobre o pescado e eram arrecadados pelos procuradores daquele Convento, detentores de uma Quinta e Celeiro em Antu\u00e3-Estarreja, e com interesses pessoais nos rent\u00e1veis neg\u00f3cios das pescas. At\u00e9 a\u00ed, Veiros era uma terra muito activa e not\u00e1vel, que escritos notariais de ent\u00e3o denominavam como Pra\u00e7a de Veiros, e ao cais da Ribeira chegou a chamar-se Porto de Veiros. Aqui se encontravam tabeli\u00e3es, baichar\u00e9is de direito, cirurgi\u00f5es, botic\u00e1rios, companhas de pescaria e fam\u00edlias de nomeada. A liga\u00e7\u00e3o de Veiros ao mar e \u00e0 ria n\u00e3o se fica pela pesca. No lugar de Santa Luzia de Veiros, era actividade principal a constru\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es dedicadas \u00e0s fainas nestas \u00e1guas \u2013 moliceiros, mercant\u00e9\u00eds e bateiras \u2013 e foram famosas as pinturas de proas de moliceiros que a\u00ed se faziam, em estaleiros anexos \u00e1s resid\u00eancias de fam\u00edlias ainda lembradas, como \u00e9 o caso dos \u201cmestres Raimundos\u201d ou Henriques. \u00a0E faz-se notar que na cria\u00e7\u00e3o do Concelho da Murtosa em 1926, a linha divis\u00f3ria do de Estarreja passou exactamente por este lugar e atravessa propriedades das mesmas pessoas e fam\u00edlias, que ora ficaram num Concelho ora no outro, em continuidade urbana, onde antes tudo era Santa Luzia; e nisto, parte das terras, casas e estaleiros dos Raimundo passaram a ser reclamados como se sempre tivessem sido Murtosa; e tal prejudica a verdade hist\u00f3rica. Exactamente em Santa Luzia, foi cavado um cais em deriva\u00e7\u00e3o do esteiro da Ribeira, designado Ribeira Nova, onde eram lan\u00e7adas \u00e0 \u00e1gua as embarca\u00e7\u00f5es constru\u00eddas nestes estaleiros com a madeira dos pinhais que aqui abundavam, cujas manchas florestais t\u00eam vindo a ser substitu\u00eddas por eucaliptos, na sua maioria \u00a0Extinto o Mercado, foi na terra e seu cultivo, e nalgumas actividades artesanais, que os veirenses mais se concentraram, mas a terra entrou em franca decad\u00eancia e desapareceu aquela classe de gente ilustrada que fazia jus \u00e0 express\u00e3o \u201cPra\u00e7a de Veiros\u201d. Quanto \u00e0 agricultura, foi famosa a cebola produzida em larga escala nestas terras arenosas e fertilizadas com o moli\u00e7o arrancado pelos moliceiros aos fundos da Ria, \u2026cebola essa que era vendida em todos os mercados dos arredores, designadamente Santo Amaro e S\u00e3o Miguel de Fermel\u00e3; e em Aveiro, para onde seguia por via aqu\u00e1tica em mercant\u00e9is \u00e0 vela que regressavam ao cais da Ribeira carregados de telha, areia de Esgueira e cal para alvenarias de casas, muros e po\u00e7os,. No respeitante a actividades artesanais, foi not\u00e1vel a produ\u00e7\u00e3o de esteiras de bainho, destinadas especialmente a acondicionar o transporte de mobili\u00e1rio, cujo mercado principal era o Porto. Da hist\u00f3ria \u00e9 tamb\u00e9m a fabrica\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforos (tipo espera-galego) pelos processos antigos, anteriores \u00e0 instala\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria fosforeira de Lorv\u00e3o e Espinho, para onde se mudaram fam\u00edlias inteiras que antes aqui eram fosforeiros. E ainda not\u00e1vel, foi a fabrica\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de refrigerantes, segundo m\u00e9todos inteiramente artesanais, tendo ficado famoso o \u201cpirolito de Veiros\u201d, at\u00e9 \u00e0 d\u00e9cada de 1960, quando criada a sociedade UPREL (Uni\u00e3o dos Produtores de Refrigerantes de Estarreja), em resultado de legisla\u00e7\u00e3o que passou a proibir aquelas pequenas ind\u00fastrias artesanais. De tudo isto, nos tempos modernos nada resta. A agricultura dedica-se em exclusivo \u00e0 cultura do milho e forragens para a produ\u00e7\u00e3o de leite, havendo um efectivo pecu\u00e1rio de cerca de 700 vacas leiteiras divididas por pequeno grupo de casas agr\u00edcolas. Depois da extin\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a do Peixe e da desacelera\u00e7\u00e3o das outras actividades, especialmente ao longo do s\u00e9culo XIX e primeira metade do XX, Veiros virou-se decididamente para a emigra\u00e7\u00e3o, cujos destinos foram, inicialmente, o Brasil, e depois os Estados Unidos da Am\u00e9rica, pa\u00edses onde \u00e9 imensa a comunidade de veirenses descendentes. E estas comunidades, desde o terceiro quartel do s\u00e9culo passado, t\u00eam vindo a investir na sua terra, quer no patrim\u00f3nio residencial que se tem vindo a renovar, quer nas institui\u00e7\u00f5es de solidariedade e cultura, tendo surgido uma Associa\u00e7\u00e3o Beneficente (Filantr\u00f3pica Veirense, 1958, convertida em IPSS em 1998) promotora de equipamentos locais (Sal\u00e3o Paroquial e Centro Comunit\u00e1rio), e na influ\u00eancia e esteira desse movimento foi fundado um Clube Cultural e Desportivo, com moderno edif\u00edcio-sede e pavilh\u00e3o gimnodesportivo, onde se deu espa\u00e7o ao exerc\u00edcio de modalidades desportivas e a uma Escola de M\u00fasica no seio da qual uma Orquestra Filarm\u00f3nica, de tipo Banda Filarm\u00f3nica. No dom\u00ednio associativo, conta-se tamb\u00e9m um Grupo Folcl\u00f3rico e Etnogr\u00e1fico com tradi\u00e7\u00f5es e palmar\u00e9s desde 1939, extinto na d\u00e9cada de 1940 e refundado em 2000; e mais tr\u00eas associa\u00e7\u00f5es legalmente constitu\u00eddas e activas, ligadas especialmente ao carnaval e aos santos populares \u2013 \u201cOs Chatiados\u201d, \u201cGRESFA\u201d e \u201cA Esteira de Veiros\u201d. Veiros enquanto Freguesia, teve tamb\u00e9m uma Biblioteca Cadastrada e p\u00fablica, integrada no Clube Cultural e Desportivo, mas o desinteresse municipal por esta \u201cs\u00e9d\u00e8s sapientia\u201d levou ao seu fecho ingl\u00f3rio, e ali jazem encerrados em duas salas milhares de livros h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas. Tamb\u00e9m como Freguesia, teve uma Extens\u00e3o se Sa\u00fade com secretariado, m\u00e9dico e enfermagem at\u00e9 finais de 2018, tendo sido desactivado e tudo l\u00e1 permanece sem uso, de portas e janelas fechadas, no mesmo edif\u00edcio do Clube Cultural que \u00e9 propriedade da Freguesia.\n\nVeiros foi parte integrante e inteiramente dependente da Freguesia de S\u00e3o Tiago de Bedu\u00eddo at\u00e9 ao ano de 1612, quando as fam\u00edlias veirenses reunidas em 13 de Dezembro de 1603 no adro da capela de Santa Luzia, decidiram construir uma Igreja nova, grande e digna, tendo por modelo a Igreja de Santa Maria de V\u00e1lega, para convencerem o Bispo do Porto a conceder-lhes autonomia paroquial e separarem-se de Bedu\u00eddo. E em 13 de Dezembro do ano de 1612, passou a Curato com vida paroquial aut\u00f3noma e cemit\u00e9rio local em campo anexo \u00e0 igreja, no terreiro central designado Largo do Cruzeiro, onde se fazia o mercado do peixe e havia tamb\u00e9m uma pequena capela e o referido Cruzeiro, de onde irradiavam os seis caminhos principais nas direc\u00e7\u00f5es de Estarreja/Cabe\u00e7as (estrada velha do Molarinho), Cais da Ribeira, Santa Luzia/Murtosa/M\u00e2moa, Areia/Canedo, Cavalo/S\u00e3o Geraldo e Telh\u00f5es/Molar. Com a Reforma Administrativa liberal, passou ao Estatuto de freguesia em 1835. E no ano de 2013, no \u00e2mbito da redu\u00e7\u00e3o administrativa do n\u00famero de freguesias, perdeu esse Estatuto e regressou \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de 1612, a fazer parte integrante da Freguesia de Bedu\u00eddo, com a designa\u00e7\u00e3o de Freguesia de Bedu\u00eddo e Veiros, exactamente um ano depois de ter inaugurado um novo edif\u00edcio sede da freguesia, que passou a funcionar como Delega\u00e7\u00e3o. \u00a0\n\n'''O TOP\u00d3NIMO'''\n\nConhecem-se documentalmente apenas as vers\u00f5es Veeyros e Veiros. A primeira \u00e9 encontrada em documentos escritos em latim, no reinado de D. Sancho II. Curiosamente, \u00e9 de notar que a letra Y, do Grego, \u00e9 estranha no latim, no entanto a escrita latina manteve-a onde ela estava do antecedente. \u00c9 pois de admitir que a designa\u00e7\u00e3o deste povoado, associada a gentes vindas do mar e que \u00e0s actividades de pesca aqui se vieram a dedicar e enraizar, tenha a origem em colonizadores vindos do mediterr\u00e2neo oriental em tempos anteriores aos romanos. E a esta hip\u00f3tese n\u00e3o \u00e9 estranho o barco moliceiro com a sua proa caracter\u00edstica a fazer lembrar embarca\u00e7\u00f5es fen\u00edcias. Modernamente e como chav\u00e3o tur\u00edstico-cultural, diz-se que \u201ca Murtosa \u00e9 a p\u00e1tria do moliceiro\u201d; mas n\u00e3o esque\u00e7amos que esta localidade (actual vila e sede de concelho) foi inicialmente uma extens\u00e3o do lugar de Veiros (Murtosa de Veiros). Em v\u00e1rios documentos da historiografia local, se encontram tentativas de desvendar o significado de Veeyros (Veiros), caindo-se na tenta\u00e7\u00e3o de o associar a veios (de \u00e1gua) que aqui abundam em tempo de chuvas, mas s\u00e3o secos na estiagem. Mas a defini\u00e7\u00e3o de dicion\u00e1rio, de veio, veios, n\u00e3o corrobora a hip\u00f3tese. Tem mais razoabilidade a liga\u00e7\u00e3o original ao termo vieira (molusco marinho, ac\u00e9falo e com concha) e vieiros (os apanhadores de vieiras), muito associados a Vieira de Leiria e a Vila Franca de Xira. Mas falta-lhe o Y Grego, que se encontra em Veeyros.\n\n'''PERSONALIDADES'''\n\n'''Afonso Jo\u00e3o.''' Juiz de Veiros ao tempo da decis\u00e3o de se construir a Igreja Matriz de S\u00e3o Bartolomeu, encabe\u00e7ou uma Comiss\u00e3o eleita pelo povo e levou a bom termo o Processo, que culminou com a inaugura\u00e7\u00e3o da igreja em 13 de Dezembro de 1612 e cria\u00e7\u00e3o do Curato de Veiros, primeiro passo para posterior cria\u00e7\u00e3o da Freguesia de Veiros\n\n'''Padre Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Marques.''' Primeiro professor de ensino Prim\u00e1rio em Veiros, no s\u00e9culo XVIII, nomeado por Decreto, foi o autor da \u201cNot\u00edcia Hist\u00f3rica de Veiros\u201d, a pedido do historiador Pinho Leal, cujo documento tem constitu\u00eddo uma not\u00e1vel refer\u00eancia sobre a Hist\u00f3ria de Veiros at\u00e9 ao seu tempo. \n\n'''Ant\u00f3nio Joaquim Freire Pereira de Melo (sec. XVIII-XIX).''' Foi o primeiro senhor, bem conhecido, da Casa da Ajuda; capit\u00e3o-mor de Estarreja; Juiz da Igreja de Veiros; primeiro Regedor de Veiros, entre 1836 e 1848; impulsionador das grandes obras de repara\u00e7\u00e3o da Matriz entre 1808 e 1819.\n\n'''Jo\u00e3o Agostinho Freire Pereira de Melo (sec. XVIII-XIX).''' Irm\u00e3o do anteriormente referido (Ant\u00f3nio Joaquim), foi o primeiro senhor, bem conhecido, da Casa da M\u00e2moa; capit\u00e3o de tropa de Linha, participou na Guerra Civil e esteve em \u00c9vora-Monte aquando da assinatura da Conven\u00e7\u00e3o que p\u00f4s fim \u00e0s lutas entre liberais e absolutistas.\n\n'''Jo\u00e3o Carlos de Assis Pereira de Melo (1824-1904).''' Filho do anteriormente referido, Jo\u00e3o Agostinho, fez o curso de Direito em Coimbra; foi deputado nas Cortes pelo Concelho de Estarreja; foi administrador do Concelho e presidente da C\u00e2mara Municipal de Estarreja (anos 1858-1873); foi Juiz de Direito; foi l\u00edder do Partido Regenerador no Concelho de Estarreja. Da sua ac\u00e7\u00e3o como l\u00edder municipal, emergem tr\u00eas grandes obras estruturantes: 1) a localiza\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o principal dos caminhos de ferro na vila de Estarreja e n\u00e3o em Salreu como inicialmente nos planos; 2) a constru\u00e7\u00e3o da estrada longitudinal em paralelep\u00edpedo, a ligar o centro de Estarreja a Pardelhas; 3) a constru\u00e7\u00e3o da moderna Pra\u00e7a Central na vila, ent\u00e3o baptizada de Pra\u00e7a Vasco da Gama e actual Pra\u00e7a Francisco Barbosa. Em Veiros, sua terra natal, foi Juiz da Confraria do Sant\u00edssimo, que desempenhou um papel decisivo nas obras de recupera\u00e7\u00e3o da Igreja Matriz devastada por um inc\u00eandio em 1855. \u00a0 \u00a0\n\n'''Ant\u00f3nio Jos\u00e9 da Fonseca e Silva Garganta (sec. XIX).''' Senhor da Casa do Rego por casamento com uma das senhoras da distinta linhagem dos Pereira da Cruz, teve um papel dinamizador na vida social em Veiros nestes tempos. Foi Juiz Ordin\u00e1rio, vereador da C\u00e2mara Municipal e Alferes da Companhia de Ordenan\u00e7as de Veiros e Murtosa, nomeado pelo pr\u00f3prio marechal Saldanha \u00a0 \n\n'''Jo\u00e3o Augusto de Sousa Fernandes (1889-1958).''' Filho de fam\u00edlias veirenses e c\u00e1 nascido, educado em Lisboa e diplomado pelo Instituto Comercial, com o pai emigrado no Brasil, sempre foi solteiro e envolvido nos neg\u00f3cios entre Portugal e Inglaterra, ligados ao Vinho do Porto. Por Testamento que veio a ser administrado pela Santa Casa da Miseric\u00f3rdia da Murtosa \u201c, legou \u201cAOS POBRES DE VEIROS\u201d os bens m\u00f3veis e im\u00f3veis que possu\u00eda e os capitais em Ac\u00e7\u00f5es na DIAMANG e na SPE. Poucos desses muitos frutos chegaram aos pobres de Veiros (!). A Filantr\u00f3pica Veirense, em 1998, resgatou para seu patrim\u00f3nio as restantes propriedades r\u00fasticas inscritas na Matriz R\u00fastica de Veiros. A topon\u00edmia local consagra o seu nome na metade nascente da estrada longitudinal Estarreja-Murtosa. \n\n'''Miguel Valente de Almeida (F: 1970).''' Dando cumprimento a uma vontade de sua m\u00e3e, Izabel Maria da Silva, e na qualidade de herdeiro, legou \u00e0 Freguesia parte significativa do terreno onde veio a ser constru\u00eddo o edif\u00edcio que \u00e9 sede do Clube Cultural e Desportivo. A topon\u00edmia local consagra-lhe o nome na rua que \u00e9 a metade poente da estrada longitudinal Estarreja-Murtosa. \n\n'''Jo\u00e3o Joaquim Tavares da Silva (1903-1960).''' Filho de fam\u00edlias da terra e c\u00e1 nascido no lugar da Areia, cedo foi para lisboa, para onde se mudaram os pais, e a\u00ed estudou e fez toda a sua vida. Licenciou-se em Direito. Geralmente referido apenas por '''Tavares da Silva''', foi o grande jornalista, empres\u00e1rio nos media, locutor, treinador de futebol, e nessa modalidade seleccionador nacional, com longo palmar\u00e9s. Foi criador da consagrada express\u00e3o \u201cos cinco violinos\u201d [da equipa do SCP desse tempo]. A cidade de Estarreja e o Clube Desportivo de Estarreja deram ao Est\u00e1dio da cidade e rua que o serve, o nome de Dr. Tavares da Silva. Tamb\u00e9m em Veiros, a Travessa onde situada a casa onde nasceu, tem o nome Tavares da Silva. \u00a0 \n\n'''Joaquim Lagoeiro (1918-2011).''' Filho de fam\u00edlias da terra, de nome pr\u00f3prio Joaquim Henriques Pereira, tendo completado o curso dos semin\u00e1rios mas fugiu \u00e0 ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal e desistiu da vida religiosa e at\u00e9 da cren\u00e7a. A par da vida profissional que veio a ter na Caixa Geral de Dep\u00f3sitos em Lisboa, no Calhariz, afirmou-se como um not\u00e1vel escritor ficcionista destas terras de Estarreja. S\u00e3o de grande valia liter\u00e1ria e sociol\u00f3gica os romances e novelas em que retrata a vida dif\u00edcil dos tempos da emigra\u00e7\u00e3o \u2013 verdadeiro retrato da sociedade dessas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX \u2013 e a sua obra ganhou projec\u00e7\u00e3o nacional desde o seu primeiro romance publicado em 1947 pela Editorial Minerva, com o t\u00edtulo \u201cVi\u00favas de Vivos\u201d. E seguiram-se mais de 30 t\u00edtulos. A cr\u00edtica liter\u00e1ria foi-lhe sempre favor\u00e1vel. Como personalidade, \u00e9 o s\u00edmbolo cultural maior desta terra e do pr\u00f3prio munic\u00edpio. Tem nome de Rua e de Travessa em Veiros.\n\n'''Padre Ant\u00f3nio Tavares Afonso e Cunha (vulgo, padre N\u00e9dio) (1918-2002). \u00a0'''Nasceu e faleceu no Bunheiro, terra da fam\u00edlia. Paroquiou em Veiros entre 1964 e 1997, tendo realizado obra not\u00e1vel, que o afirma como uma personalidade de Veiros. No seu tempo; 1) reformou-se a Igreja Matriz, removendo-se e substituindo o ch\u00e3o-cemit\u00e9rio, t\u00e9trico, da nave principal; 2) construiu-se a nova resid\u00eancia paroquial, em substitui\u00e7\u00e3o da anterior sem condi\u00e7\u00f5es para a fun\u00e7\u00e3o; 3) fizeram-se obras de fundo na capela de Santa Luzia e procedeu-se ao seu revestimento exterior, total, em azulejo-capela; 4) fizeram-se grandes obras de conserva\u00e7\u00e3o nas capelas de Santa Cruz da Ribeira e de S\u00e3o Geraldo; 5) e como leg\u00edtimo presidente da F\u00e1brica da Igreja Paroquial, foi parceiro nas obras de constru\u00e7\u00e3o do Sal\u00e3o Paroquial, promovidas pela Associa\u00e7\u00e3o Filantr\u00f3pica Veirense, que comprou o terreno, fez o projecto e financiou a constru\u00e7\u00e3o em 92%, sendo o restante suportado pela F\u00e1brica da Igreja. \n\n'''Floriano Henriques (1913-2000).''' Filho de fam\u00edlias da terra''',''' emigrou para os Estados unidos com 17 anos de idade e, em Filad\u00e9lfia, conjuntamente com seu irm\u00e3o, Jos\u00e9 (adiante galeria de personalidades) foi o hist\u00f3rico mentor e fundador da Associa\u00e7\u00e3o Filantr\u00f3pica Veirense. Regressado a Veiros em 1965, depois de reformado, Floriano empenhou-se directa e pessoalmente na constru\u00e7\u00e3o do Sal\u00e3o Paroquial, inicialmente concebido como Casa do Povo de Veiros, destinado a tirar a juventude das tabernas e incutir vias de promo\u00e7\u00e3o social; e em 1998 financiou a compra do terreno onde veio a ser implantado o Centro Comunit\u00e1rio, permitindo a refunda\u00e7\u00e3o da Filantr\u00f3pica como IPSS, que passou a dar respostas sociais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o com um Centro de Dia e Servi\u00e7o de Apoio Domicili\u00e1rio. \n\n'''Jos\u00e9 Bernardino Henriques (1918-2003).''' Filho de fam\u00edlias da terra, c\u00e1 nasceu e cresceu at\u00e9 aos 17 anos de idade, quando emigrou para os Estados Unidos, onde se foi juntar ao pai e ao irm\u00e3o, Floriano, que o acolheu e orientou na adapta\u00e7\u00e3o ao Novo Mundo. Em Filad\u00e9lfia veio a estabelecer-se, casar, ter sucesso junto da comunidade portuguesa e autoridades locais, vindo a ser C\u00f4nsul de Portugal em Filad\u00e9lfia e terminando esse cargo como presidente da Associa\u00e7\u00e3o Consular daquela cidade. Em fim de carreira, foi agraciado pelo Governo de Portugal com a Comenda da Ordem do M\u00e9rito. Foi, conjuntamente com seu irm\u00e3o Floriano, fundador da Associa\u00e7\u00e3o Filantr\u00f3pica Veirense em 1958 e Grande Benem\u00e9rito de Veiros. Regressou \u00e0 sua terra em 1985 para c\u00e1 viver a Reforma, tendo participado no ressurgimento da Filantr\u00f3pica Veirense como IPPS, no desempenho de presidente da Mesa da AG e com avultados donativos que superaram as tr\u00eas dezenas de milhar de euros. \u00a0\n\n'''Alfredo Mort\u00e1gua e Silva (1941-2008).''' Nascido e criado na vila de Estarreja, no s\u00edtio do Infantado, veio casar em Veiros em 1962 e c\u00e1 fez toda sua vida, integrado, interessado e participativo. Foi o grande impulsionador e timoneiro da cria\u00e7\u00e3o e afirma\u00e7\u00e3o do Clube Cultural e Desportivo de Veiros, fundado e escriturado em 1976, tendo presidido \u00e0 Direc\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 sua morte em 2008. Sob o seu impulso se fez a realidade do novo edif\u00edcio-sede do Clube (embora propriedade titulada da Freguesia), e do Pavilh\u00e3o Gimnodesportivo, e se deu corpo \u00e0 Escola de M\u00fasica e \u00e0 sua Orquestra, tipo Banda Filarm\u00f3nica\n\n'''Padre Jos\u00e9 Henriques da Silva (N: 1939, Sever do Vouga).''' P\u00e1roco em Veiros entre os anos 2000-2007, empreendeu um conjunto de obras de reforma dos pr\u00e9dios paroquiais que necessitavam de urgentes interven\u00e7\u00f5es, designadamente a Igreja Matriz e as capelas; criou o Museu Paroquial a que a popula\u00e7\u00e3o em forma de agradecimento veio a atribuir o seu nome (Museu Padre Jos\u00e9 Henriques da Silva); e criou um ambiente de conc\u00f3rdia no seio da Par\u00f3quia. \n\n'''Jer\u00f3nimo Nogueira (N: 1957).''' Veirense nascido em Lisboa, cresceu e fez os estudos b\u00e1sicos e complementares em Veiros e Estarreja, e aqui tem casa que herdou da fam\u00edlia. Fil\u00f3sofo e professor de filosofia no ensino oficial, secund\u00e1rio, em Lisboa, afirmou-se como poeta e tem obra publicada em seis t\u00edtulos. Perdeu a vista, em consequ\u00eancia de um acidente rodovi\u00e1rio ao tempo do servi\u00e7o militar. Al\u00e9m das actividades docentes e de escrita, integra a Direc\u00e7\u00e3o Nacional da ACAPO (Associa\u00e7\u00e3o dos Cegos e Ambl\u00edopes de Portugal), onde \u00e9 respons\u00e1vel pelo Departamento de Forma\u00e7\u00e3o Profissional e Cultura.\n\n'''Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Pinto da Fonseca Ramos (N: 1949).''' Distinto filho de fam\u00edlias da terra, c\u00e1 nascido e criado, cursou Direito em Coimbra e ascendeu na Magistratura, terminando a carreira em 2019 como Juiz Conselheiro no Supremo Tribunal de Justi\u00e7a em Lisboa. '''\u00a0'''\n\n'''Regina Maria da Fonseca Ramos Bastos (N: 1960).''' Distinta filha de fam\u00edlias da terra, c\u00e1 nascida e criada, cursou Direito na Universidade Cat\u00f3lica do Porto. Al\u00e9m de advogada nas vilas de Estarreja e Murtosa, veio a ter uma carreira pol\u00edtica not\u00e1vel, designadamente no Governo Civil de Aveiro; e deputada na Assembleia da Rep\u00fablica e no Parlamento Europeu; e no Governo de Portugal foi Secretaria de Estado da Sa\u00fade.\n\n'''Jos\u00e9 Fernando Barbosa Henriques'''. \u00daltimo presidente da Junta de Freguesia, extinta esta em 2013. Nos seus mandatos entre 1993 e 2013, Veiros foi palco de um conjunto de obras de \u00edndole e interesse p\u00fablico, especialmente de responsabilidade municipal, mas a que n\u00e3o foi alheio o empenho do presidente da Junta: Beneficia\u00e7\u00e3o de ruas, das escolas, da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, do saneamento e rede de \u00e1guas ao domic\u00edlio, das instala\u00e7\u00f5es da Junta, posto de correios e multibanco; e da remodela\u00e7\u00e3o urban\u00edstica no centro da freguesia; e de beneficia\u00e7\u00f5es no Adro da Ribeira, embora muito contestadas pela inefic\u00e1cia comprovada. \n\n== Patrim\u00f3nio e afins ==\n* Igreja Matriz de S\u00e3o Bartolomeu, inaugurada em 13 de Dezembro de 1612. Tem Bras\u00e3o de armas reais na frontaria\n* Capelas paroquiais de Santa Luzia, de S\u00e3o Geraldo de Braga, de Santa Cruz da Ribeira (vulgo Santo Ant\u00f3nio)\n* capelas particulares de S\u00e3o Jo\u00e3o Baptista e da Senhora dos milagres\n* Cruzeiro Antigo, trasladado em 1964 do largo da igreja para o in\u00edcio da rua do Cruzeiro\n* Cruzeiro Novo, datado de 1964, no largo da Igreja Matriz\n* Museu Paroquial, Padre Jos\u00e9 Henriques da Silva, com rico e cuidado esp\u00f3lio segundo crit\u00e9rios museol\u00f3gicos, numa depend\u00eancia da Igreja Paroquial\n\n* Edif\u00edcio da Ex-Junta de freguesia, onde tamb\u00e9m funciona um Posto de Correio e um Multibanco\n* Edif\u00edcio \"Estado Novo\" da Escola do Pinheiro, datado de 1950\n* Edif\u00edcio \"Estado Novo\" da Escola de Olas, datado de 1958\n* Fonte do Esquinto, de mergulho, datada de meados do s\u00e9culo XIX\n* Fonte do Cavalo, de mergulho, datada do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX\n* \u00c1rvore Centen\u00e1ria (sobreiro classificado de Interesse P\u00fablico), no Adro da capela de S\u00e3o Geraldo, datado do s\u00e9culo XVI\n* Cais da Ribeira, multisecular, hist\u00f3rico, de liga\u00e7\u00e3o por esteiro \u00e0 Ria de Aveiro\n* Casa mortu\u00e1ria\n* Resid\u00eancia Paroquial\n* Edif\u00edcio \"Sal\u00e3o Paroquial\", multifun\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0s actividades paroquiais, com diversas salas num piso e um sal\u00e3o de eventos, de 200 metros quadrados, no outro piso \n\n* Pavilh\u00e3o Desportivo do Clube Cultural e Desportivo de Veiros (CCDV)\n* Edif\u00edcio-sede do CCDV, propriedade da Freguesia, com amplo sal\u00e3o de eventos num dos dois pisos\n* Escola de M\u00fasica do CCDV, com uma Orquestra Filarm\u00f3nica \n* Edif\u00edcio do Centro Comunit\u00e1rio de Veiros, da IPSS Associa\u00e7\u00e3o de Solidariedade Social filantr\u00f3pica Veirense, onde funcionam as respostas sociais Centro de Dia e Apoio Domicili\u00e1rio\n\n* Farm\u00e1cia Martins, na rua de S\u00e3o Geraldo\n* 3 mans\u00f5es antigas de valor arquitectural; e hist\u00f3rico local, pelas fam\u00edlias e suas import\u00e3ncias documentadas na obra \"Notas Marinhoas\" de Jos\u00e9 Tavares Afonso e Cunha. S\u00e3o elas: a casa da M\u00e2moa, a Casa da Ajuda e a Casa do Rego. \n\n* Casa not\u00e1vel, estilo \"brasileiro\", de princ\u00edpios do s\u00e9culo XX, designada por Casa Dr. Lauro, no gaveto da rua do Cruzeiro, defronte do Cruzeiro Antigo\n\n* 2 casas not\u00e1veis pela arquitectura e suas hist\u00f3rias, na rua Jo\u00e3o Augusto de Sousa Fernandes, designadas Vila Marques Traqueia e Vila Fernandes, de finais do s\u00e9culo XIX, delas havendo descri\u00e7\u00e3o na obra \"Veiros per Omnia Saecula\", ed. de autor, de 2017, de Joaquim Ventura Faria Victorino\n\n\n{{refer\u00eancias}}3. Joaquim Ventura Faria Victorino, \"Veiros per Omnia Saecula\", ed. autor, 2017 e 2.\u00aa edi\u00e7\u00e3o 2018, dep\u00f3sito legal 426076/17\n{{Portal3|Portugal}}\n\n{{DEFAULTSORT:Veiros (Estarreja)}}\n[[Categoria:Antigas freguesias de Estarreja]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disc Plain red (edge).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:ETR-veiros.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Portugal.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Portugal location map.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Veiros00.PNG"}]},"1357529":{"pageid":1357529,"ns":0,"title":"Carmel (Indiana)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Carmel\n|imagem = Carmel-indiana-art-and-design-district.jpg\n|imagem_legenda = Rua de Carmel, Indiana\n|estado = Indiana\n|condado = [[Condado de Hamilton (Indiana)|Condado de Hamilton]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 60570\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 46.1\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.3\n|latG = 39\n|latM = 58\n|latS = 22\n|latP = N\n|lonG = 86\n|lonM = 6\n|lonS = 28\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 253\n|c\u00f3digoFIPS = 10342\n|tipo = cidade\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Carmel''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Indiana]], no [[Condado de Hamilton (Indiana)|Condado de Hamilton]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 37.733 [[habitante]]s.[http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1]\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 60.570,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um aumento de 22837 (60.5%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n46,4 km\u00b2, dos quais 46,1 km\u00b2 cobertos por terra e 0,3 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]]. Carmel localiza-se a aproximadamente 253[http://geonames.usgs.gov/domestic/download_data.htm U.S. Board on Geographic Names. Topical Gazetteers Populated Places. Gr\u00e1ficos do banco de dados de altitudes dos Estados Unidos da Am\u00e9rica] m acima do [[N\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar|n\u00edvel do mar]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 12 km ao redor de Carmel.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Carmel]]'''Carmel'''}}\n{{Image label|x=0.805|y=0.569|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 37835 habitantes (2000)]][[Fishers (Indiana)|Fishers]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.344|y=0.870|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1713 habitantes (2000)]][[Meridian Hills]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.776|y=0.179|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 28590 habitantes (2000)]][[Noblesville]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.432|y=0.252|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|16px|Localidades com 30068 habitantes (2000)]][[Westfield (Indiana)|Westfield]] (9 km)}}\n{{Image label|x=0.368|y=0.797|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 413 habitantes (2000)]][[Williams Creek]] (9 km)}}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Carmel|Indiana}}\n\n{{Commonscat|Carmel, Indiana}}\n\n[[Categoria:Cidades de Indiana]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blank map.svg"}]},"4401688":{"pageid":4401688,"ns":0,"title":"(149560) 2003 QZ91","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{DISPLAYTITLE:{{mp|(149560) 2003 QZ|91}}}}\n'''{{mp|(149349) 2002 VA|131}}''', tamb\u00e9m escrito como '''(149560) 2003 QZ91''', \u00e9 um [[objeto transnetuniano]] (TNO) que \u00e9 classificado como um [[Centauro (astronomia)|centauro]]. O mesmo tem um [[di\u00e2metro]] com cerca de 106 km.{{citar web|l\u00edngua=en | url = http://www.johnstonsarchive.net/astro/tnoslist.html | t\u00edtulo = List of Known Trans-Neptunian Objects | publicado = |acessodata=3 de junho de 2014}}\n\n== \u00d3rbita ==\nA [[\u00f3rbita]] de {{mp|(149560) 2003 QZ|91}} tem uma excentricidade de 0.475, possui um [[semieixo maior]] de 41.379 [[Unidade astron\u00f4mica|UA]]. O seu [[peri\u00e9lio]] leva o mesmo a uma dist\u00e2ncia de 21.722 UA em rela\u00e7\u00e3o ao [[Sol]] e seu [[af\u00e9lio]] a 61.035 UA.\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Esbo\u00e7o-astronomia}}\n{{Portal3|Astronomia}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:149560}}\n[[Categoria:Objetos transnetunianos]]"}]},"5744257":{"pageid":5744257,"ns":0,"title":"Gernot Rohr","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n|imagem = Gernot Rohr.JPG\n|imagem_tamanho = 200px\n|datadenascimento={{birth date and age|1953|6|28|df=y}}\n|nascimento_local=[[Mannheim]] ([[Alemanha Ocidental]])\n|nacionalidade={{GER}}
{{FRA}}\n|actualclube=[[Sele\u00e7\u00e3o Nigeriana de Futebol|Nig\u00e9ria]]}}\n\n'''Gernot Rohr''' ([[Mannheim]], [[28 de junho]] de [[1953]]) \u00e9 um ex-[[futebolista]] e [[treinador]] de futebol [[Alemanha|alem\u00e3o]].\n\nEle \u00e9 filho de Philipp Rohr e sobrinho-neto de Oskar Rohr, ambos futebolistas profissionais{{fr}} Historique des Girondins sur le [http://www.girondins.com/ site officiel] [http://www.girondins.com/html/club/histoire/1980_1990.shtml 1980-90] {{Wayback|url=http://www.girondins.com/html/club/histoire/1980_1990.shtml |date=20070707115902 }}..\n\n== Carreira de jogador ==\nEle come\u00e7ou sua carreira em seu pa\u00eds natal a tocar aos 11 anos de idade, no bairro da equipe em sua cidade natal, em Mannheim, [[VfL Neckarau|o VfL.]]. Em 1970 e 1971, ele fez sua primeira apari\u00e7\u00e3o com a[[Sele\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Futebol|equipe da Alemanha j\u00fanior]] e, em 1972, fez a sua estreia na equipe do [[Fu\u00dfball-Club Bayern M\u00fcnchen|Bayern de Munique]]. Sob a dire\u00e7\u00e3o de [[Udo Lattek]], ele jogou ao lado de [[Franz Beckenbauer]], [[Sepp Maier]], [[Gerd M\u00fcller]], [[Uli Hoene\u00df]] ou [[Paul Breitner]]. Ele ganhou duas vezes o [[Bundesliga|Campeonato alem\u00e3o]] bem como a [[Liga dos Campe\u00f5es da UEFA|Ta\u00e7a dos clubes campe\u00f5es europeus]] [[Ta\u00e7a dos Clubes Campe\u00f5es Europeus de 1973\u201374|, em 1974]].\n\nEle \u00e9 tamb\u00e9m parte da equipe, que quase perturbar o [[Juventus Football Club|Juventus]] de [[Michel Platini]], durante a [[Liga dos Campe\u00f5es da UEFA|Copa dos Campe\u00f5es]] em [[Ta\u00e7a dos Clubes Campe\u00f5es Europeus de 1984\u201385|1985]]. Rohr atende a marca\u00e7\u00e3o individual de Platini, durante a segunda partida no [[Stade Chaban-Delmas|Parc Lescure]].\n\nEle deixou o Girondins em [[Division 1 de 1988\u201389|1989]] , depois de mais de 350 jogos para uma d\u00fazia de gols e dois t\u00edtulos como o melhor defensor da temporada.\n\n== Carreira de treinador ==\nAp\u00f3s a sua carreira de jogador, ele ainda permanece na [[Gironda|Gironde departamento]] e, em seguida, tornou-se o diretor de esportes e respons\u00e1vel do centro de forma\u00e7\u00e3o. Ele deixou v\u00e1rias vezes suas fun\u00e7\u00f5es para passar por tr\u00e1s do banco, interino, do primeiro time. Assim, a partir de agosto para setembro de [[Division 1 de 1990\u201391|1990]], ele substitui [[Raymond Goethals]] depois de sua demiss\u00e3o, e se mant\u00e9m em vigor na \u00e9poca da chegada dos [[G\u00e9rard Gili|Gerard Gili]], da OM. Rohr retorna para o conjunto de Gili e ser\u00e1 atr\u00e1s do banco da equipe para a temporada 1991-92, e vai de volta ao clube, relegado administrativamente \u00e0 \u00e9poca anterior, a segunda para a primeira divis\u00e3o.\n\nSua \u00faltima freelance para tr\u00e1s como o treinador da equipa dos Girondinos, Rohr feita na sequ\u00eancia dos maus resultados da equipa, e a demiss\u00e3o em fevereiro de Slavo de Musselina. Em seguida, ele lidera uma equipe com a \"magia\" trio \" dos Girondinos \u2014 [[Zin\u00e9dine Zidane]], [[Christophe Dugarry]] e [[Bixente Lizarazu]] , mas tamb\u00e9m de jogadores talentosos, como [[Richard Witschge]], Jean-Luc Dogon, e Ga\u00ebtan Huard. Os Girondinos, conseguiu a fa\u00e7anha de vencer o[[Associazione Calcio Milan|AC Milan,]] na segunda partida das quartas-de-final da [[Copa da UEFA de 1995\u201396|Ta\u00e7a UEFA de]] 3 gols a 0 com um gol de Didier Tholot e dois de Dugarry. Os Girondinos ainda est\u00e3o a perder na final contra a antiga equipe para Rohr, do Bayern.\n\n24 de fevereiro de 2015, ele foi nomeado treinador do Burkina Faso[https://www.lequipe.fr/Football/Actualites/Rohr-nomme-selectionneur/538950 Gernot Rohr chamado o treinador do Burkina Faso], www.lequipe.fr, 25 de fevereiro de 2015.. Ele demitiu-se em dezembro de 2015[https://www.lequipe.fr/Football/Actualites/Gernot-rohr-quitte-son-poste-de-selectionneur-du-burkina-faso/618578 Gernot Rohr, que deixa o cargo como treinador de Burkina Faso], www.lequipe.fr 21 de dezembro de 2015..\n\nEm agosto de 2016 \u00e9 nomeado conselheiro t\u00e9cnico da Nig\u00e9ria[https://www.lequipe.fr/Football/Actualites/Nigeria-gernot-rohr-nomme-conseiller-technique/714849 Nig\u00e9ria : Gernot Rohr nomeado assessor t\u00e9cnico], www.lequipe.fr 9 de agosto de 2016.. Ele funciona bem com Salisu Yusuf, o Chefe do treinador do Super \u00c1guias[http://www.africatopsports.com/2016/07/20/nigeria-salisu-yusuf-nouveau-selectionneur-super-eagles/ Nig\u00e9ria: Salisu Yusuf, o treinador do Super \u00c1guias], www.africatopsports.com 20 de julho de 2016.. Juntos, eles qualificar a Nig\u00e9ria para a Copa do mundo de 2018, na R\u00fassia.\n\n== T\u00edtulos\u00a0==\n\n=== Jogador ===\n\n* [[Bundesliga|Campe\u00e3o da ALEMANHA]] em [[Bundesliga de 1972\u201373|1973]] e em [[Bundesliga de 1973\u201374|1974]] com [[Fu\u00dfball-Club Bayern M\u00fcnchen|o Bayern de Munique]]\n* [[Ligue 1|Campe\u00e3o de Fran\u00e7a]] em 1984, 1985 e 1987 com o [[Football Club des Girondins de Bordeaux|Girondins de Bordeaux]]\n* Vencedor da [[Copa da Fran\u00e7a de Futebol|Ta\u00e7a de Fran\u00e7a,]] em 1986 , com o [[Football Club des Girondins de Bordeaux|Girondins de Bordeaux]]\n* [[Ligue 1|Vice-Campe\u00e3o de Fran\u00e7a]] em 1983 e em 1988 com o [[Football Club des Girondins de Bordeaux|Girondins de Bordeaux]]\n\n=== Treinador ===\n\n* [[Ligue 2|Campe\u00e3o da Fran\u00e7a de 2 Divis\u00e3o]] em 1992 com o [[Football Club des Girondins de Bordeaux|Girondins de Bordeaux]]\n* Finalista da [[Liga Europa da UEFA|Ta\u00e7a UEFA]] em [[Copa da UEFA de 1995\u201396|1996]] com o [[Football Club des Girondins de Bordeaux|Girondins de Bordeaux]]\n* A participa\u00e7\u00e3o na [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es|Copa africana de Na\u00e7\u00f5es]] em [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es de 2012|2012]] (1/4 finalista) com o [[Sele\u00e7\u00e3o Gabonense de Futebol|Gab\u00e3o]] e [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es de 2013|2013]] (Primeiro turno) com o [[Sele\u00e7\u00e3o Nigerina de Futebol|N\u00edger]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Sele\u00e7\u00e3o Nigeriana de Futebol de 2018}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Rohr, Gernot}}\n[[Categoria:Naturais de Mannheim]]\n[[Categoria:Futebolistas da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Futebolistas do Football Club des Girondins de Bordeaux]]\n[[Categoria:Futebolistas do Fu\u00dfball-Club Bayern M\u00fcnchen]]\n[[Categoria:Futebolistas do Kickers Offenbach]]\n[[Categoria:Futebolistas do SV Waldhof Mannheim]]\n[[Categoria:Treinadores de futebol da Alemanha]]\n[[Categoria:Treinadores do Olympique Gymnaste Club de Nice C\u00f4te d'Azur]]\n[[Categoria:Treinadores do \u00c9toile Sportive du Sahel]]\n[[Categoria:Treinadores do FC Girondins de Bordeaux]]\n[[Categoria:Treinadores da Sele\u00e7\u00e3o Burquinense de Futebol]]\n[[Categoria:Treinadores da Sele\u00e7\u00e3o Gabonense de Futebol]]\n[[Categoria:Treinadores da Copa do Mundo FIFA de 2018]]"}]},"2738047":{"pageid":2738047,"ns":0,"title":"Ptychosyrinx","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Ptychosyrinx''\n|imagem =\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Mollusca]]\n|classe = [[Gastropoda]]\n|subclase = [[Caenogastropoda]]\n|ordem = [[Hypsogastropoda]]\n|subordem = [[Neogastropoda]]\n|superfam\u00edlia = [[Conoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Turridae]]\n|subfam\u00edlia = [[Turrinae]]\n|g\u00e9nero = '''''Ptychosyrinx'''''\n|g\u00e9nero_autoridade = Thiele, 1925\n|sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Ptychosyrinx''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[gastr\u00f3podes]] pertencente a fam\u00edlia [[Turridae]].{{Citar web |url = http://www.marinespecies.org/aphia.php?p=taxdetails&id=432543 |t\u00edtulo = Marinespecies |obra = Ptychosyrinx |acessodata= 7 de maio de 2010|lingua = en}}\n\n== Esp\u00e9cies ==\n* ''[[Ptychosyrinx carynae]]'' (Haas, 1949)\n* ''[[Ptychosyrinx chilensis]]'' Berry, 1968\n* ''[[Ptychosyrinx lobata]]'' (Sowerby III, 1903)\n* ''[[Ptychosyrinx nodulosus]]'' (Gmelin, 1791)\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n{{Esbo\u00e7o-gastr\u00f3pode}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Turridae]]"}]},"5850997":{"pageid":5850997,"ns":0,"title":"Atletismo nos Jogos Pan-Americanos de 1999 - 5000 m feminino","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{AtletismoPan1999}}\nA prova dos '''5000 m feminino''' nos '''[[Atletismo nos Jogos Pan-Americanos de 1999|Jogos Pan-Americanos de 1999]]''' foi realizada em 25 de julho de 1999. [https://www.athletics.ca/files/Results/International/1999%20PAN%20AM%20FULL%20RESULTS.PDF Results] {{webarchive |url=https://web.archive.org/web/20141028071058/https://www.athletics.ca/files/Results/International/1999%20PAN%20AM%20FULL%20RESULTS.PDF |date=28 de outubro de 2014 }}\n\n==Medalhistas==\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:left\"\n|- align=\"center\"\n| width=200 bgcolor=gold|'''Ouro'''||width=200 bgcolor=silver|'''Prata'''|| width=200 bgcolor=CC9966|'''Bronze'''\n|-\n|[[Adriana Fern\u00e1ndez]]
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{{BR-RS}}\n |tipo =\n |administra\u00e7\u00e3o =\n |inaugura\u00e7\u00e3o = \n |fechamento =\n |capacidade =\n |detentos =\n |instala\u00e7\u00f5es =\n |servi\u00e7os =\n |rebeli\u00f5es =\n}}\n[[Imagem:Prison vue du Morro da Pol\u00edcia.JPG|thumb|direita|250px|O Pres\u00eddio Central, visto a partir do [[Morro da Pol\u00edcia]].]]\nO '''Pres\u00eddio Central de Porto Alegre''', hoje chamado oficialmente de '''Cadeia P\u00fablica de Porto Alegre''', \u00e9 uma [[pris\u00e3o]] localizada na cidade [[brasil]]eira de [[Porto Alegre]], capital do estado do [[Rio Grande do Sul]]. Situa-se na Avenida Rocio, n.\u00b0 1100, no bairro [[Coronel Apar\u00edcio Borges]]. Foi erguido no ano de [[1959]][http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=CPI-DA-VIOLENCIA-URBANA-VISITA-PRESIDIO-CENTRAL-DE-PORTO-ALEGRE&selecao=MAT&materia=101869&programa=2&velocidade=100K CPI da Viol\u00eancia Urbana visita Pres\u00eddio Central de Porto Alegre]. O Decreto estadual n\u00ba 53.297 de 10 de novembro de 2016, alterou sua denomina\u00e7\u00e3o, devendo hoje ser chamado de Cadeia P\u00fablica de Porto Alegre.\n\nComposta por nove [[pavilh\u00e3o|pavilh\u00f5es]] (denominados com as letras \"A\" at\u00e9 \"J\", tendo sido o \"C\" demolido em 2014), \u00e9 o maior pres\u00eddio do estado do Rio Grande do Sul.\n\nCom capacidade para aproximadamente 1,7 mil presos, o pres\u00eddio j\u00e1 foi considerado um dos piores do Pa\u00eds pela [[Comiss\u00e3o parlamentar de inqu\u00e9rito|CPI]] do Sistema Carcer\u00e1rio, em virtude de sua superlota\u00e7\u00e3o e de seu p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o. Conta atualmente com mais de 4,5 mil detentos.\n\nEm junho de [[2008]], o governo do Rio Grande do Sul anunciou que o Pres\u00eddio Central ser\u00e1 desativado e seu pr\u00e9dio, implodido. Enquanto continuarem as suas atividades, ser\u00e3o constru\u00eddos, atrav\u00e9s do [[Programa Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica com Cidadania]] (Pronasci), nove penitenci\u00e1rias menores, com capacidade para 500 e 600 presos.{{citar web|url=http://www.estadao.com.br/geral/not_ger183340,0.htm|titulo=Pres\u00eddio Central de Porto Alegre ser\u00e1 implodido}}\n\nEm 2012, um artigo, intitulado \"Tr\u00eas dias no Pres\u00eddio Central de Porto Alegre: o cotidiano dos policiais militares\", foi publicado por Dani Rudnicki, na Revista de Informa\u00e7\u00e3o Legislativa (n\u00famero 193), narrando o cotidiano desta casa prisional. Em 2017, foi exibindo nos cinemas do pa\u00eds filme dirigido por Tatiana Sager, intitulado \"Central\", tamb\u00e9m narrando a vida cotidiana nesta pris\u00e3o.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.susepe.rs.gov.br/conteudo.php?cod_menu=203&cod_conteudo=21 Site oficial]\n\n[[Categoria:Pris\u00f5es do Rio Grande do Sul|Porto Alegre]]\n[[Categoria:Constru\u00e7\u00f5es de Porto Alegre]]\n[[Categoria:Seguran\u00e7a do Rio Grande do Sul]]"}]},"4276090":{"pageid":4276090,"ns":0,"title":"Diadematoida","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|nome = Diadematoida\n|imagem = Diademseeigel.jpg\n|imagem_legenda= ''[[Diadema setosum]]''\n|imagem_largura=250px\n| reino= [[Animalia]]\n| filo= [[Echinodermata]]\n| classe = [[Echinoidea]]\n| subclasse = [[Euechinoidea]]\n| superordem = [[Diadematacea]]\n| ordem = '''Diadematoida'''\n| ordem_autoridade= Duncan, 1889\n| subdivis\u00e3o_nome= Fam\u00edlias\n| subdivis\u00e3o = (Ver texto)\n}}\n\n'''Diadematoida''' \u00e9 uma ordem de [[ouri\u00e7o-do-mar|ouri\u00e7os-do-mar]] da classe [[Echinoidea]] caracterizada pela presen\u00e7a de\nespinhos ocos, ou apenas preenchidos por uma estrutura em malha aberta na parte central, e por terem 10 placas bucais em torno da boca. A sua ''[[Testa (zoologia)|testa]]'' pode ser r\u00edgida ou flex\u00edvel.{{citar livro|autor = Barnes, Robert D. |ano=1982 |t\u00edtulo= Invertebrate Zoology |publicado= Holt-Saunders International |local= Philadelphia, PA|p\u00e1gina= 980|isbn= 0-03-056747-5}}. O [[registo f\u00f3ssil]] conhecida estende-se desde o [[Jur\u00e1ssico]] inferior ao presente.\n\n== Fam\u00edlias ==\nA ordem Diadematoida inclui as seguintes fam\u00edlias:\n* Fam\u00edlia [[Aspidodiadematidae]]\n* Fam\u00edlia [[Diadematidae]]\n* Fam\u00edlia [[Lissodiadematidae]]\n* Fam\u00edlia [[Micropygidae]]\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n==Refer\u00eancias==\n* {{citar livro|autor = Barnes, Robert D. |ano=1982 |t\u00edtulo= Invertebrate Zoology |publicado= Holt-Saunders International |local= Philadelphia, PA|p\u00e1gina= 980|isbn= 0-03-056747-5}}\n* {{citar web|\u00faltimo = National History Museum |primeiro = |t\u00edtulo= Diadematoida | url = http://www.nhm.ac.uk/research-curation/research/projects/echinoid-directory/taxa/taxon.jsp?id=1018 |acessodata=20 de dezembro de 2009 }}\n\n{{Bases de dados taxon\u00f3micos}}\n[[Categoria:Echinoidea]]"}]}}}}