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Butão: conheça as maravilhas do país da felicidade!

Pequenininho no mapa, espremido entre Índia e China, fica o reino budista de Butão. Autointitulado como o País da Felicidade, esse acanhado território é bastante isolado e pouco aberto ao turismo. A fama vem do Índice de Felicidade Bruta, criado para medir o nível do bem-estar de sua população. Mas a verdade é que o destino é perfeito para os viajantes que procuram cenários exóticos, costumes peculiares e novidades a cada olhar.

Interligado por uma única rodovia, viajar para o Butão é como ir a um lugar que parece não ter visto a tecnologia se expandir. Isso porque sua rica herança cultural permanece praticamente intacta devido ao isolamento do resto do mundo até a década de 1960.

 

Turismo controlado: visitar o Butão não é tão simples

Tamanha felicidade do povo butanês tem seu preço. Não é possível visitar o país por conta própria, pois o turismo é controlado de perto por um guia local – item obrigatório, aliás.

Só há duas companhias aéreas que operam no país: Drukair e Bhutan Airlines, que voam de cidades da Índia, Tailândia, Bangladesh, Nepal e Cingapura até Paro, o único aeroporto internacional dali.

Além disso, 60% de suas florestas são protegidas pela legislação e, como a ideia é ter um turismo de alto valor e baixo impacto, uma taxa de até US$ 250 ao dia é cobrada por turista.

O visto é obrigatório e só é liberado após fechamento e pagamento completo do pacote de viagem. Isso porque só se entra no país com um roteiro personalizado oferecido por uma agência de turismo local. São eles que providenciam hospedagem, alimentação, guia exclusivo e carro com motorista para percorrer os trajetos previamente solicitados, além do route permit, uma autorização extra para rodar o país.

Ufa! Pode parecer complexo, mas se torna bem simples com uma agência de viagens nacional intermediando esse processo.

Butão

Cultura e espiritualidade que se complementam

Não tem como falar do Butão sem comentar sobre sua forte espiritualidade. Isso porque boa parte da cultura e das tradições únicas do país se voltam às religiões mais tradicionais de lá: o budismo e hinduísmo.

Por esse motivo, os butaneses valorizam mais o ser do que o ter. E o que desejam mesmo é encontrar um equilíbrio entre os bens materiais e a espiritualidade.

Não é à toa que as principais atrações a serem visitadas por lá são os monastérios budistas no topo das montanhas, já que o país possui relevo acidentado e montanhoso. Isso além de, claro, se apaixonar pela visão deslumbrante das trilhas e suas vistas para os Himalaias.

Embora a capital do país seja Thimphu, é Paro que abriga o ponto turístico mais visitado: o Monastério Taktsang, mais conhecido como Ninho do Tigre (foto acima). No topo de uma falésia de quase 900m de altura – imagine que a própria cidade já tem uma altitude aproximada de cerca de 2400m -, a caminhada até o local pode chegar a até 4h de duração por ladeiras e escadaria íngremes. Mas a vista e os cenários recompensam.

Os butaneses dizem que uma hora de meditação ali equivale a três meses de meditação em outros templos. Isso mostra como o lugar é sagrado para os budistas. Construído no século 17, passou por um incêndio em 1998 e precisou ser reconstruído, mas toda sua estrutura continua original.

Butão

Turismo de luxo: a renda que desenvolve o Butão

Esse país localizado a extremo leste do Himalaia tem sua economia baseada essencialmente na agricultura, na venda de energia hidroelétrica para a Índia e na extração florestal. Além disso, para cerca de 90% da população, o plantio de subsistência e a criação animal são os principais meios de vida.

É por isso que o turismo de luxo – seguindo a máxima de “High Value, Low Impact” – tem sido a solução viável para o país e os turistas interessados. Algumas redes de hotéis cinco estrelas oferecem uma experiência completa de viagem, além da hospedagem, que incluem até montagem de acampamentos sofisticados – os chamados “glamping”.

O Six Senses (foto acima), por exemplo, tem cinco unidades espalhadas pelo país em Paro, Thimphu, Punakha e Phobjikha. A unidade de Bumthang está em construção com previsão de inauguração ainda este ano.

Já a Aman Resorts – conhecida por suas unidades de luxo em destinos remotos -, é a marca fundadora de hotéis na região, com 16 anos de existência. É por isso que o hotel, conhecido como Amankora, consegue oferecer uma experiência em que o hóspede passa por suas cinco propriedades, conhecendo o leste e centro do país. Além disso, também são oferecidos voos de helicópteros para explorar regiões remotas e difíceis de serem alcançadas, em trilhas pelos Himalaias.

 

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Zhong n\u00e3o aprova esse namoro e come\u00e7a uma discuss\u00e3o de pai e filha, antes que ele fa\u00e7a as pazes com a filha um assaltante o acerta na cabe\u00e7a e quando ele recobra a consci\u00eancia ele ta amarrado com fios de ferro ele descobre que sua filha e os clientes do bar est\u00e3o mantidos em cativeiro o que faz Zhong se soltar e libertar os clientes e sua filha e ir atras desse assaltante.\n\n== Elenco ==\n*[[Jackie Chan]] como Zhong Wei\n*[[Liu Ye]] como Wu Jiang\n*[[Jing Tian]] como Miao Miao\n*[[Wei Na]] como Na Na\n*[[Yu Rongguang]] como Capit\u00e3o Wu\n*[[Wang Zhifei]] como Diretor Fang\n*[[Zhang Xiaoning]] como Pai de Wu\n*[[Guli Nazha]] como Xiao Wei\n\n== Lan\u00e7amento ==\nO filme foi anunciado no [[Beijing International Film Festival]] em abril de 2013. Jackie Chan tambem promoveu o filme no [[Festival de Cannes]] em maio de 2013. O filme foi lan\u00e7ado na china no dia 24 de dezembro de 2013.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n*[[Anexo:Filmografia de Jackie Chan|Filmografia de Jackie Chan]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es Externas ==\n* {{imdb t\u00edtulo|id=2599716|t\u00edtulo=Police Story 2013}}\n{{Portal3|Cinema|\u00c1sia|China}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Filmes da China de 2013]]\n[[Categoria:Filmes de a\u00e7\u00e3o da China]]\n[[Categoria:Filmes de Hong Kong]]\n[[Categoria:Jackie Chan]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua mandarim]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Hong Kong]]"}]},"2856917":{"pageid":2856917,"ns":0,"title":"Otroeda","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Otroeda''\n| imagem =\n| imagem_legenda=\n| estado =\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Lepidoptera]]\n| fam\u00edlia = [[Arctiidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Otroeda'''''\n| g\u00e9nero_autoridade=\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = {{centro|Ver texto}}\n| sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Otroeda''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[Lepidoptera|tra\u00e7a]] pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Arctiidae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1820516 |t\u00edtulo = Otroeda |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 17 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Bates DL, Fenton MB (1990) Aposematism or startle? 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[[Ant\u00f3nio C\u00e2ndido de Figueiredo]], no seu ''[[Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa]]'', define ''faj\u00e3'' como ''toda a terra baixa e ch\u00e3'' ou como ''pequena extens\u00e3o de terreno plano, suscept\u00edvel de cultura, junto a uma rocha, geralmente \u00e0 beira-mar, formada em regra por materiais desprendidos por quebradas ou acumulados na foz de uma ribeira e assentes quase sempre num banco de lava muito resistente''.\n\nA palavra ''faj\u00e3'' est\u00e1 expandida em toda a [[Macaron\u00e9sia]] lus\u00f3fona, sendo muito comum nos A\u00e7ores, onde aparece em quase todas as ilhas, na [[ilha da Madeira]] e em muitas ilhas de [[Cabo Verde]].\n\nEmbora o termo ''faj\u00e3'' seja em geral utilizado para designar plataformas costeiras, \u00e9 por vezes utilizado na topon\u00edmia da [[Macaron\u00e9sia]] em liga\u00e7\u00e3o a pequenas zonas planas anichadas junto a montes ou colinas com encostas \u00edngremes. \u00c9 o caso das zonas aplanadas onde se situam as freguesias de [[Faj\u00e3 de Baixo]] e de [[Faj\u00e3 de Cima]], na [[ilha de S\u00e3o Miguel]], ambas freguesias interiores sem qualquer liga\u00e7\u00e3o \u00e0 costa. O mesmo acontece com o top\u00f3nimo Faj\u00e3 das Ovelhas, um local de altitude, nas faldas norte da [[Serra de Santa B\u00e1rbara]], na ilha [[Terceira]]. Nesta acep\u00e7\u00e3o a palavra confunde-se com o termo ''[[achada]]'', tamb\u00e9m utilizado na [[Macaron\u00e9sia]] para descrever uma zona aplanada entre montes, em especial as plataformas plan\u00e1lticas suspensas entres os grandes vulc\u00f5es centrais das ilhas e a costa.\n\nApesar de existirem faj\u00e3s em quase todas as ilhas da Macaron\u00e9sia, elas s\u00e3o mais comuns, ditando em boa parte a distribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, na [[ilha de S\u00e3o Jorge]]. Naquela ilha, as vilas sedes dos seus dois concelhos, [[Velas]] e [[Calheta (A\u00e7ores)|Calheta]], situam-se em faj\u00e3s, o mesmo acontecendo \u00e0 vila das [[Lajes do Pico]], na vizinha [[ilha do Pico]].\n\n==Faj\u00e3s da ilha de S\u00e3o Jorge==\n[[Imagem:Faj\u00e3 vasco martins exemplo faja1.jpg|thumb|200px|[[Faj\u00e3 de Vasco Martins]], Fal\u00e9sias.]]\n\nPara efeitos de preserva\u00e7\u00e3o e salvaguarda do patrim\u00f3nio natural e cultural das faj\u00e3s da [[ilha de S\u00e3o Jorge]], o conceito de ''faj\u00e3'' foi objecto de consagra\u00e7\u00e3o legal, tendo o parlamento [[A\u00e7ores|a\u00e7oriano]], atrav\u00e9s do [http://dre.pt/pdf1sdip/2000/10/246A00/59845987.PDF Decreto Legislativo Regional n.\u00ba 32/2000/A, de 24 de Outubro], definido que se entende ''por faj\u00e3 toda a \u00e1rea de terreno relativamente plana, suscept\u00edvel de albergar constru\u00e7\u00f5es ou culturas, anichada na fal\u00e9sia costeira entre a linha da preia-mar e a cota dos 250 m de altitude''.\n\n[[Imagem:Faj\u00e3 vasco martins reira com cascata exemplo de biodeversidade.jpg|thumb|200px|[[Faj\u00e3 de Vasco Martins]], aspecto da riqueza da [[Biodiversidade]] da [[flora]].]]\n\nDevido \u00e0 sua origem, a geomorfologia das faj\u00e3s ganha em geral um car\u00e1cter de pronunciado anfiteatro, de extens\u00e3o e inclina\u00e7\u00e3o muito vari\u00e1veis, em geral com o declive aumentando rapidamente com a aproxima\u00e7\u00e3o do sop\u00e9 da fal\u00e9sia ou encosta. No caso das faj\u00e3s litor\u00e2neas, a encosta que as delimita pelo lado de terra \u00e9 em geral uma [[arriba f\u00f3ssil]] que mant\u00e9m o seu car\u00e1cter de fal\u00e9sia costeira, incluindo a [[flora]] e [[fauna]] que lhe s\u00e3o t\u00edpicas.\n\nPelas suas caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas, particularmente quando voltadas para sul ou sueste, e pela abund\u00e2ncia de recursos naturais, aliada \u00e0 facilidade de acesso ao mar, j\u00e1 que virtualmente todas as faj\u00e3s t\u00eam o seu portinho, as faj\u00e3s foram locais de fixa\u00e7\u00e3o inicial dos colonizadores, tendo sido a partir delas que irradiou o povoamento das terras altas do interior.\n\nA diferencia\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica \u00e9 tal que nas faj\u00e3s costeiras do sul da ilha de S\u00e3o Jorge, em especial na [[Faj\u00e3 de S\u00e3o Jo\u00e3o]], existem microclimas onde, com plantas trazidas do [[Brasil]], se fizeram pequenas planta\u00e7\u00f5es de [[cafeeiro]], os quais produzem cerca de 50 kg/planta/ano de excelente [[caf\u00e9]], seguramente o local de mais alta [[latitude]] onde aquela planta cresce.\n\n==Tipos de faj\u00e3s==\nDe acordo com as suas caracter\u00edsticas, origem e localiza\u00e7\u00e3o, as faj\u00e3s podem ser classificadas em:\n*Faj\u00e3s costeiras \u2013 faj\u00e3s em contacto directo com o litoral.\n**Faj\u00e3s de [[delta l\u00e1vico]] \u2013 faj\u00e3s criadas quando as escoadas de [[lava]] avan\u00e7am sobre o mar, provocando o recuo da linha de costa. Estas faj\u00e3s, em geral muito resistentes \u00e0 eros\u00e3o do mar por serem constitu\u00eddas por grandes massas rochosas compactas e sem fissura\u00e7\u00e3o apreci\u00e1vel, s\u00e3o em geral delimitadas por costas abruptas, angulosas, fortemente recortadas, com grandes calhaus no seu sop\u00e9. Os solos, quando n\u00e3o tenha havido recobrimento por materiais de projec\u00e7\u00e3o ou derrocadas posteriores, s\u00e3o em geral esquel\u00e9ticos. \u00c0 superf\u00edcie destes deltas podem ocorrer pseudo-crateras ou cones litorais e a eros\u00e3o da frente da escoada ou uma drenagem posterior conferem-lhe frequentemente um aspecto digitado. S\u00e3o frequentes os arcos rochosos costeiros e as grutas marinhas resultantes da infra-escava\u00e7\u00e3o pela eros\u00e3o por ac\u00e7\u00e3o do mar.\n\n[[Imagem:Faja Rasa1.jpg|thumb|250px|Faj\u00e3 Rasa, [[Toledo (Velas)]]. Fal\u00e9sia da Costa Norte, [[ilha de S\u00e3o Jorge]]]]\n\n**Faj\u00e3s de talude (ou faj\u00e3s detr\u00edticas) \u2013 s\u00e3o faj\u00e3s criadas pela acumula\u00e7\u00e3o de materiais resultantes do desmoronamento das encostas sobranceiras. Estas faj\u00e3s tendem a ser mais aplanadas e, por serem constitu\u00eddas por materiais soltos, facilmente sujeitos ao transporte pelas [[onda]]s, t\u00eam em geral costas de formas suaves e quase rectil\u00edneas, com praias de calhau rolado de dimens\u00e3o vari\u00e1vel. Nas costas mais expostas \u00e0 ondula\u00e7\u00e3o, em geral as viradas a norte, formam-se por vezes [https://web.archive.org/web/20071008143841/http://www.rui-vieira.com/foto.asp?id=568&t=4&p= cord\u00f5es de calhaus rolados] que conduzem ao aparecimento de forma\u00e7\u00f5es lagunares (como acontece na [[Faj\u00e3 da Caldeira de Santo Cristo]]). Os solos destas faj\u00e3s s\u00e3o em geral muito f\u00e9rteis, embora as mais perigosas para habita\u00e7\u00e3o humana, dada a recorr\u00eancia dos desmoronamentos. Os grandes terramotos tendem a formar novas faj\u00e3s deste tipo, como aconteceu profusamente no grande sismo do [[Mandado de Deus]], na metade leste de S\u00e3o Jorge.\n*Faj\u00e3s de altitude e pequenas ''achadas'' \u2013 faj\u00e3s encaixadas em encostas longe do mar, em geral pequenos planaltos ou vales aplainados no sop\u00e9 de montanhas ou de cones vulc\u00e2nicos.\n** Faj\u00e3s de encosta \u2013 plataformas formadas em consequ\u00eancia de quebradas que deixam plataformas de abla\u00e7\u00e3o nas encostas. Em geral de pequena extens\u00e3o, apresentam pouco interesse para uso humano, mas s\u00e3o importantes como [[bi\u00f3topo]]s para esp\u00e9cies que exigem boa exposi\u00e7\u00e3o solar e boa drenagem.\n**Faj\u00e3s de sop\u00e9 ou pequenas ''achadas'' \u2013 s\u00e3o plataformas aplanadas existentes no sop\u00e9 de encostas ou entre cones vulc\u00e2nicos. O termo ''achada'' resulta do seu interesse como locais privilegiados de cultivo, preferidos para fixa\u00e7\u00e3o pelos colonizadores quando os ''achavam'' no desbravar das ilhas.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Lista de faj\u00e3s dos A\u00e7ores|Lista de Faj\u00e3s dos A\u00e7ores]]\n\n==Refer\u00eancias==\n\n{{Reflist}}\n\n==Bibliografia==\n\n*Alberto Telles, ''Chorographia Geral dos A\u00e7ores'', Imprensa Nacional, Lisboa, 1891.\n*[[Ant\u00f3nio C\u00e2ndido de Figueiredo]], ''[[Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa]], Lisboa, 1925.\n*Carreiro da Costa, ''As faj\u00e3s'', in ''Boletim da Comiss\u00e3o Reguladora dos Cereais do Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores'', n.\u00ba 15, Ponta Delgada, 1952.\n*Carreiro da Costa, ''Etnologia dos A\u00e7ores'', vol. I, C\u00e2mara Municipal da Lagoa, Lagoa (A\u00e7ores), 1989.\n*''Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa Contempor\u00e2nea'', [[Academia das Ci\u00eancias de Lisboa]] e Editorial Verbo, 2001.\n*Jo\u00e3o Carlos Nunes, ''Paisagens Vulc\u00e2nicas dos A\u00e7ores'', Amigos dos A\u00e7ores, Ponta Delgada, 2003 (ISBN 972-814-403-2).\n*[[Jo\u00e3o Soares de Albergaria de Sousa]], ''[[Corografia A\u00e7\u00f3rica]]'', 3.\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Jornal de Cultura, Ponta Delgada, 1995 (ISBN 972-755-013-4).\n*[[Jos\u00e9 C\u00e2ndido da Silveira Avelar]], ''Ilha de S\u00e3o Jorge (A\u00e7ores) - Apontamentos para a sua Hist\u00f3ria'', Horta, 1902.\n*[[Jos\u00e9 Rodrigues Ribeiro]] (Rei Bori), ''Dicion\u00e1rio Corogr\u00e1fico dos A\u00e7ores'', Direc\u00e7\u00e3o Regional da Cultura, Angra do Hero\u00edsmo, 1993.\n*Jos\u00e9 Rodrigues Ribeiro ([[Rei Bori]]), ''Dicion\u00e1rio Topon\u00edmico e Social da Ilha de S\u00e3o Jorge'', Angra do Hero\u00edsmo, 1993.\n*Norberto \u00c1vila, ''As Faj\u00e3s de S\u00e3o Jorge'', C\u00e2mara Municipal da Calheta, Calheta de S\u00e3o Jorge, 1992.\n*Od\u00edlia Teixeira, ''Ao Encontro das Faj\u00e3s'', C\u00e2mara Municipal de Velas, Velas, 1995.\n*Victor Hugo Forjaz (coordenador), ''Atlas B\u00e1sico dos A\u00e7ores'', OVGA, Observat\u00f3rio Vulcanol\u00f3gico e Geot\u00e9rmico dos A\u00e7ores, Ponta Delgada, 2004 (ISBN 972-974-664-8).\n\n[[Categoria:Faj\u00e3s dos A\u00e7ores| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Faja Rasa1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Fajarasa.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Faj\u00e3 vasco martins exemplo faja1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Faj\u00e3 vasco martins reira com cascata exemplo de biodeversidade.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:PontadoSolOeste.JPG"}]},"1819632":{"pageid":1819632,"ns":0,"title":"Colondannes","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Colondannes\n|regi\u00e3o = Nova Aquit\u00e2nia\n|departamento = Creuse\n|\u00e1rea = 10.70\n|altitude = \n|latP = N| latG = 46| latM = 17|latS = 24\n|lonP = E| lonG = 1| lonM = 36|lonS = 44\n|popula\u00e7\u00e3o = 305\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 23065\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 23800 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = Colondannes (\u00e9glise) 1.jpg\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Colondannes''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] da [[Nova Aquit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Creuse]]. 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Foi fundada em 15 de agosto de 1992, o 47\u00ba anivers\u00e1rio do fim da [[Ocupa\u00e7\u00e3o japonesa da Coreia|ocupa\u00e7\u00e3o japonesa na pen\u00ednsula coreana]].\n\nA alian\u00e7a considera o grupo [[sul-coreano]] [[Hanchongryun]] (Federa\u00e7\u00e3o Sul-Coreana de Conselhos Estudantis Universit\u00e1rios), que j\u00e1 foi um alvo bem conhecido da Lei de Seguran\u00e7a Nacional na Coreia do Sul, como sua sede no sul da pen\u00ednsula. Ela tamb\u00e9m tem uma filial no exterior sediada no [[Jap\u00e3o]]. A alian\u00e7a realiza reuni\u00f5es aproximadamente uma vez por ano, com o objetivo declarado de acabar com a domina\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o estrangeira na Coreia e avan\u00e7ar para a reunifica\u00e7\u00e3o pac\u00edfica da Coreia.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Hanchongryun]]\n*[[Reunifica\u00e7\u00e3o da Coreia]]\n\n==Refer\u00eancias==\n* [https://web.archive.org/web/20141012034436/http://www.kcna.co.jp/item/1997/9712/news12/14.htm KCNA News, 14 de dezembro de 1997](em ingl\u00eas). [[Ag\u00eancia Central de Not\u00edcias da Coreia]]. 14 de dezembro de 1997. Consultado em 28 de abril de 2019. Arquivado do [http://www.kcna.co.jp/item/1997/9712/news12/14.htm original] em 12 de outubro de 2014\n* [https://web.archive.org/web/20141012070050/http://www.kcna.co.jp/item/1998/9808/news08/17.htm KCNA News, 17 de agosto de 1998](em ingl\u00eas). [[Ag\u00eancia Central de Not\u00edcias da Coreia]]. 17 de agosto de 1998. Consultado em 28 de abril de 2019. Arquivado do [http://www.kcna.co.jp/item/1998/9808/news08/17.htm original] em 12 de outubro de 2014\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n[http://www.hanyangian.com/news/articleView.html?idxno=33 What Can the Student Movement Do in Korea? (O que o movimento estudantil pode fazer na Coreia?)], acessado em 28 de abril de 2019 (em ingl\u00eas)\n\n[[Categoria:Pol\u00edtica da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Pol\u00edtica da Coreia do Norte]]\n{{Esbo\u00e7o-Coreia}}"}]},"2665144":{"pageid":2665144,"ns":0,"title":"HD 93083 b","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Planeta extrassolar\n|nome = HD 93083 b\n|imagem = \n|legenda = \n|estrela = [[HD 93083]]\n|constelacao = [[Antlia]]\n|asc = {{RA|10|44|20,9}}{{citar web| url=http://simbad.u-strasbg.fr/simbad/sim-id?Ident=HD+93083 | titulo =HD 93083 -- High proper-motion Star | obra=[[SIMBAD]]| publicado=Centre de Donn\u00e9es astronomiques de Strasbourg| acessodata=27 de outubro de 2017 }}\n|decl = {{DEC|\u201335|34|37,3}}\n|magnitudeapar = 8,30\n|distanoluz = 93,3 \u00b1 1,0\n|distparsec = 28,6 \u00b1 0,3\n|classe = K3V\n|ref_\u00f3rbita = \n|eixo_sm = 0,477\n|periastro = 0,410\n|apoastro = 0,544\n|excentricidade = 0,102 \u00b1 0,031\n|per\u00edodo_rev = 143,58 \u00b1 0,60 [[dia]]s (0,393 [[ano]]s)\n|vel_orb = 36,3\n|inclina\u00e7\u00e3o = \n|long_no = \n|arg_peri = 333,5 \u00b1 7,9\n|semi_amplitude = 18,3 \u00b1 0,5 m/s\n|ref_f\u00edsicas = \n|massa = >0,37\n|massa_terra = \n|raio = \n|raio_terra = \n|densidade = \n|gravidade = \n|temperatura = \n|ref_descoberta = \n|data_descoberta = [[2005]]\n|descobridores = Lovis ''et al.''\n|deteccao = [[Espectroscopia Doppler]]\n|estado_desc = Publicada\n|nomes = \n}}\n'''HD 93083 b''' \u00e9 um [[planeta extrassolar]] que orbita a [[estrela]] [[HD 93083]] na [[constela\u00e7\u00e3o]] de [[Antlia]]. Foi descoberto em 2005 a partir de observa\u00e7\u00f5es pelo espectr\u00f3grafo [[HARPS]], que detectou varia\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas na [[velocidade radial]] da estrela consistentes com a presen\u00e7a de um corpo em \u00f3rbita ([[espectroscopia Doppler]]).\n\nHD 93083 b \u00e9 um [[gigante gasoso]] com uma [[massa m\u00ednima]] de 0,37 [[massa de J\u00fapiter|''M''J]], compar\u00e1vel \u00e0 massa de [[Saturno (planeta)|Saturno]]. N\u00e3o h\u00e1 dados sobre a massa real, uma vez que sua [[inclina\u00e7\u00e3o]] orbital permanece desconhecida. A dist\u00e2ncia m\u00e9dia do planeta \u00e0 sua estrela \u00e9 de 0,477 [[Unidade Astron\u00f4mica|UA]], aproximadamente a metade da dist\u00e2ncia da [[Terra]] ao [[Sol]]. Sua \u00f3rbita \u00e9 um pouco [[excentricidade orbital|exc\u00eantrica]] (''e'' = 0,14) e tem um [[per\u00edodo orbital|per\u00edodo]] de 143,58 dias.\n\nEste planeta est\u00e1 na [[zona habit\u00e1vel]] da sua estrela. Simula\u00e7\u00f5es indicam que um planeta hipot\u00e9tico de baixa massa localizado em um dos pontos [[troiano (astronomia)|troianos]] de HD 93083 b seria est\u00e1vel a longo prazo.\n\n{{Refer\u00eancias|refs=\n\n{{citar peri\u00f3dico|autor=Lovis, C. ''et al''|titulo=The HARPS search for southern extra-solar planets. III. Three Saturn-mass planets around HD 93083, HD 101930 and HD 102117|jornal=Astronomy and Astrophysics|volume=437|numero=3|paginas=1121-1126|data=julho de 2005|bibcode=2005A&A...437.1121L|doi=10.1051/0004-6361:20052864}}\n\n{{citar peri\u00f3dico|autor=Schwarz, R.; Dvorak, R.; S\u00fcli, \u00c1.; \u00c9rdi, B.|titulo=Survey of the stability region of hypothetical habitable Trojan planets|jornal=Astronomy and Astrophysics|volume=474|numero=3|paginas=1023-1029|data=novembro de 2007|bibcode=2007A&A...474.1023S|doi=10.1051/0004-6361:20077994}}\n\n}}\n\n[[Categoria:Exoplanetas]]\n[[Categoria:Constela\u00e7\u00e3o de Antlia]]\n[[Categoria:Exoplanetas descobertos em 2005]]\n[[Categoria:Exoplanetas detectados por velocidade radial]]\n[[Categoria:Planetas gasosos gigantes]]\n[[Categoria:Gigantes gasosos na zona habit\u00e1vel]]"}]},"291599":{"pageid":291599,"ns":0,"title":"Curva de Phillips","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:NAIRU-SR-and-LR.svg|miniatura|300px|Curva de Phillips - [[NAIRU]] a longo e curto prazo]]\nEm [[macroeconomia]], a '''curva de Phillips,''' representa uma rela\u00e7\u00e3o de [[trade-off]] entre [[infla\u00e7\u00e3o]] e [[desemprego]], que permite analisar a rela\u00e7\u00e3o entre ambos, no curto prazo. Segundo esta teoria, desenvolvida pelo economista [[Nova Zel\u00e2ndia|neozeland\u00eas]] [[William Phillips (economista)|William Phillips]], uma menor taxa de [[desemprego]] leva a um aumento da [[infla\u00e7\u00e3o]], e uma maior taxa de desemprego a uma menor infla\u00e7\u00e3o. Contudo, esta rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida no longo prazo, uma vez que a taxa de desemprego \u00e9 basicamente independente da taxa de infla\u00e7\u00e3o conforme outras vari\u00e1veis v\u00e3o se alterando. {{Citar web|url=https://www.bostonfed.org/news-and-events/events/economic-research-conference-series/understanding-inflation-and-the-implications-for-monetary-policy-a-phillips-curve-retrospective.aspx|titulo=Understanding Inflation and the Implications for Monetary Policy: A Phillips Curve Retrospective|acessodata=2018-05-23|obra=Federal Reserve Bank of Boston|ultimo=Boston|primeiro=Federal Reserve Bank of|lingua=en}}\n\nBaseando-se em dados da economia do [[Reino Unido]] no per\u00edodo de [[1861]] a [[1957]], Phillips mostrou haver uma correla\u00e7\u00e3o negativa entre a infla\u00e7\u00e3o e o desemprego. Poucos anos depois, outros dois cientistas, [[Paul Samuelson]] e [[Robert Solow]], confirmaram a descoberta ao utilizarem dados da economia dos [[Estados Unidos]] e resolveram baptizar o modelo como curva de Phillips. Nos [[d\u00e9cada de 1970|anos 70]], a rela\u00e7\u00e3o prevista pela curva de Phillips original deixou de ser verificada de forma emp\u00edrica, pois as grandes economias experimentaram altas taxas de infla\u00e7\u00e3o e de desemprego simultaneamente. Quando o per\u00edodo de crise foi superado, a correla\u00e7\u00e3o mais evidente passou a ser entre a taxa de desemprego e a varia\u00e7\u00e3o da taxa de infla\u00e7\u00e3o, o que abriu caminho para reformas na proposi\u00e7\u00e3o original.\n[[Milton Friedman]] e [[Edmund Phelps]] foram dois economistas que se dedicaram a estudar a rela\u00e7\u00e3o proposta por Phillips. A vers\u00e3o Friedman-Phelps da curva de Phillips, conhecida tamb\u00e9m por [[curva de Phillips aceleracionista]], acrescenta \u00e0 equa\u00e7\u00e3o original a an\u00e1lise das expectativas. Utilizando o m\u00e9todo das expectativas adaptativas ela indica que, para que se mantenha a taxa de [[desemprego]] a n\u00edveis inferiores ao da taxa de desemprego natural, o que importa n\u00e3o \u00e9 a taxa de [[infla\u00e7\u00e3o]], mas sim sua varia\u00e7\u00e3o, necessitando-se assim de taxas de infla\u00e7\u00e3o cada vez maiores para manter as taxas de desemprego abaixo da taxa natural.\n\nNo modelo de curva de Phillips com expectativas adaptativas, o efeito de um choque ex\u00f3geno de oferta sobre a taxa de infla\u00e7\u00e3o em um determinado ano \u00e9 repassado para a infla\u00e7\u00e3o esperada futura. \n\nAssim, pode-se comprovar mais consistentemente, que a rela\u00e7\u00e3o inversa entre a infla\u00e7\u00e3o e o desemprego se d\u00e1 quando a infla\u00e7\u00e3o observada est\u00e1 acima das expectativas, e que, de facto, isso se dar\u00e1 somente no curto prazo, j\u00e1 que no longo prazo a infla\u00e7\u00e3o observada tornar-se-\u00e1 igual \u00e0 esperada, quando ent\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 verificada nenhuma rela\u00e7\u00e3o entre a infla\u00e7\u00e3o e o desemprego.\n\n== A equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica ==\nA partir da rela\u00e7\u00e3o existente entre o n\u00edvel de pre\u00e7os, o n\u00edvel de pre\u00e7os antecipado e a taxa de desemprego:\n\n* P = f(Pe, u)\nOnde:\n:P = n\u00edvel de pre\u00e7os\n:Pe = n\u00edvel de pre\u00e7os antecipados\n:u = taxa de desemprego\n\nPode-se deduzir uma nova fun\u00e7\u00e3o relacionando a taxa de infla\u00e7\u00e3o, a taxa de infla\u00e7\u00e3o antecipada e a taxa de desemprego, na forma:\n\n* p = f(pe, u)\nOnde:\n:p = taxa de infla\u00e7\u00e3o\n:pe = taxa de infla\u00e7\u00e3o antecipada\n:u = taxa de desemprego\n\nAssim, a taxa de infla\u00e7\u00e3o tender\u00e1 a variar positivamente com a infla\u00e7\u00e3o antecipada e negativamente com a taxa de desemprego. \u00c9 v\u00e1lido lembrar que existem coeficientes que d\u00e3o maior ou menor peso a esses factores determinantes da taxa de infla\u00e7\u00e3o.\n\n=== A curva de Phillips original ===\nEmbora n\u00e3o ocorra em tempos atuais, a infla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia nos per\u00edodos pesquisados por Phillips e depois por Paul Samuelson e Robert Solow tendia para zero. Com uma infla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia tendendo a zero em per\u00edodos passados, levantou-se a hip\u00f3tese de que a taxa de infla\u00e7\u00e3o esperada tamb\u00e9m seria zero, de forma que a rela\u00e7\u00e3o descrita acima passaria a ser p = f(u) (taxa de infla\u00e7\u00e3o apenas em fun\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego). Com isso, pode-se dizer que essa primeira vers\u00e3o da curva de Phillips desconsiderou a exist\u00eancia de um eventual espiral de sal\u00e1rios e pre\u00e7os, per\u00edodos em que eleva\u00e7\u00f5es no sal\u00e1rio nominal provocam eleva\u00e7\u00f5es no n\u00edvel geral de pre\u00e7os, e vice versa.\n\n=== A curva de Phillips com expectativas ===\nComo nos referimos no t\u00f3pico da equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica, existem coeficientes ou multiplicadores que tornam os factores determinantes da taxa de infla\u00e7\u00e3o com maior ou menor peso. Vamos supor que para a forma\u00e7\u00e3o das expectativas a infla\u00e7\u00e3o esperada pe seja dada por: pe(t) = v . p(t-1)\n\nObserve a infla\u00e7\u00e3o esperada do per\u00edodo t \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo t - 1, multiplicada pelo coeficiente v. Afirma-se que v tendia a zero antes da d\u00e9cada de 1970 e que passou a tender a 1 ap\u00f3s esse per\u00edodo\n\nNote que substituindo v = 0 na fun\u00e7\u00e3o p = f(pe, u) teremos p = f(u), ou seja, a curva de Phillips original onde a infla\u00e7\u00e3o \u00e9 fun\u00e7\u00e3o do desemprego.\n\nSubstituindo v = 1 na mesma fun\u00e7\u00e3o teremos p = f(p(t-1), u), onde a taxa de infla\u00e7\u00e3o \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o da taxa de infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo anterior e da taxa de desemprego.\n\nPor fim, apresentamos a fun\u00e7\u00e3o da curva de Phillips como sendo p(t) = pe(t) + (m + z) - wu(t), de forma que m (markup das empresas) e z (outros factores que afetem a fixa\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios) s\u00e3o coeficientes lineares que representam elementos estruturais da economia e w \u00e9 o multiplicador do desemprego.\n\nSubstituindo pe(t) = p(t-1), temos que p(t) = p(t-1) + (m + z) - wu(t)\nou ainda p(t) - p(t-1) = (m + z) - wu(t).\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{esbo\u00e7o-economia}}\n{{Economia|estado=autocollapse}}\n{{Emprego|estado=autocollapse}}\n{{Portal3|Economia}}\n\n\n{{DEFAULTSORT:Curva Phillips}}\n[[Categoria:Macroeconomia]]\n[[Categoria:Emprego]]\n[[Categoria:Desemprego]]\n[[Categoria:Terminologia econ\u00f4mica]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:NAIRU-SR-and-LR.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:P economie blue.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Portal.svg"}]}}}}